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Nova rota cultural Caminhos une 13 concelhos do Médio Tejo

Apresentação do projecto na BTL

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A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo vai apresentar o projeto Caminhos durante a BTL 2017 – Bolsa de Turismo de Lisboa, no dia 15 de março. O primeiro passo da nova rede de itinerância que vai ligar pessoas, cultura e património dos treze concelhos do Médio Tejo é dado às 16h30 na Feira Internacional de Lisboa, Parque das Nações (pavilhão 1, stand A01).

A rede Caminhos integra três roteiros de formação e animação cultural associados a elementos que unem a região internamente e fortalecem a sua ligação ao mundo: as linhas férreas, o leito dos rios e as estradas. A dança dará movimento ao caminho do Ferro entre 11 e 16 de abril, a música navegará no da Água entre 11 e 16 de julho e o teatro explorará o da Pedra entre 10 a 15 de outubro. Esta iniciativa intermunicipal comissariada por Elisabete Paiva, Luís Ferreira e Ricardo Alves promove o encontro de grupos culturais locais com criativos regionais e nacionais em projetos comunitários. A convergência da arte com os monumentos e espaços culturais nos percursos delineados e do público com artistas nacionais e internacionais nos espetáculos.
Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha são os treze concelhos onde estes Caminhos se querem percorridos com o ritmo próprio do Médio Tejo. Uma região com o compasso ideal para apreciar a viagem e a companhia, seja no dia-a-dia ou numa visita.Médio Tejo – Uma região a caminho
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Editorial Março, Ricardo Alves – Director NA

“Estratégia”

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Basta olhar a água com maior atenção para lhe vermos a sujidade, a magreza do seu corpo, fruto de ataques continuados e impunes desde terras espanholas. Os autarcas queixam-se, manifestam-se. Mas por outro lado não o devem fazer com muita estridência. É que depois têm de vender o seu peixe, literalmente

A vida de autarca não será nada fácil. A crise trouxe um decréscimo no número de promessas que os políticos sempre fizeram na altura de caçar votos, simplesmente porque as mesmas nunca foram tão ilusórias. Cada vez mais é difícil encontrar projectos estruturantes e estratégicos.


Não é o caso do transporte a pedido, projecto da Comunidade Intermunicipal e que agora chega a Vila Nova da Barquinha. É, efectivamente, uma novidade que se congratula, encurtando distâncias e oferecendo mobilidade, um verdadeiro serviço público e um projecto enquadrado na importante promessa de uma comunidade do Médio Tejo a pensar em ampliada escala.


E quando escrevo que é um projecto da Comunidade Intermunicipal estou a escrever que é dos autarcas que a compõem . É lá, em Tomar e na sua sede, que os 13 presidentes de câmara poderão explanar as suas visões para a região e para os seus cidadãos. No meio está a virtude, diz o provérbio. Será?


De um lado um governo central há muito de costas voltadas para o interior do país, para os seus problemas. Do outro os autarcas, o poder local, tentando encontrar ideias no meio dos escombros. A vida de autarca não é fácil. Vejamos o caso do Rio Tejo.


Basta olhar a água com maior atenção para lhe vermos a sujidade, a magreza do seu corpo, fruto de ataques continuados e impunes desde terras espanholas. Os autarcas queixam-se, manifestam-se. Mas por outro lado não o devem fazer com muita estridência. É que depois têm de vender o seu peixe, literalmente, têm de apelar aos turistas para nos visitarem, para passearem de canoa no rio, visitarem o castelo no meio do rio, irem aos eventos nas margens do rio, degustarem as iguarias do rio…


No fundo os autarcas estão entre a espada e a parede, num constante deambular entre a realidade e a ficção. Acredito que tenham algum descanso, apesar de muito breve, quando projectos como o transporte a pedido vêem a luz do dia. Um interlúdio na ficção que hoje vivemos. A estratégia vale o que vale mas sem ela, mais do que nunca, o mundo fica absolutamente caótico.

VN Barquinha: Director do Jornal Novo Almourol hoje no Palavras Soltas

Ricardo Alves é o convidado desta quinta feira, dia 25 de Fevereiro, do espaço de conversa “Palavras Soltas”, organizado pelo Centro de Estudos de Arte Contemporânea (CEAC) de Vila Nova da Barquinha.

A conversa vai decorrer pelas 18h30 na Sala Estúdio do CEAC.

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Prémios NA: O Médio Tejo passou por aqui

A primeira edição dos Prémios NA realizou-se no dia 12 de Junho, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, e premiou quem e o que melhor se faz no Médio Tejo.
Fel, banda de Abrantes, atuou no evento e deixou a plateia curiosa com a sua qualidade.
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