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Vila Nova da Barquinha, residência oficial do BONS SONS

bons sons

O BONS SONS é o grande festival da região centro, que decorre, este ano, entre os dias 11 e 14 de Agosto em Cem Soldos, Tomar. Nesta edição, reafirma o seu papel enquanto plataforma da música portuguesa propondo mais de 40 concertos, nos 8 palcos dispersos pela aldeia, reunindo artistas consagrados e emergentes de vários registos musicais.

O BONS SONS atrai milhares de visitantes à região centro durante os quatro dias de concertos, artes performativas, curtas-metragens, feiras e muitas outras propostas. Neste evento procura-se receber da melhor maneira todos os queiram viver a aldeia, o que se reflete tanto na variedade de estilos da escolha musical, como na organização do evento, preparada para satisfazer vários tipos de públicos, melhorando a acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida e as respostas para o público família.

O festival assegura aos visitantes portadores com Passe 4 Dias um amplo e fresco terreno para campismo com serviços de apoio. Mas para quem não tem tenda ou não quer perder tempo em montagens e desmontagens, existem outras opções nas proximidades.

Este ano a Vila Nova da Barquinha é a residência oficial do BONS SONS. Situada a menos de 20km do recinto é uma opção próxima e confortável para os festivaleiros interessados em explorar a região. A simpática vila, para além de estar dotada de várias tipologias de unidades hoteleiras e de turismo rural, é em si mesma um ponto de interesse turístico, em que se pode visitar o Castelo de Almorol ou o Parque de Escultura Contemporânea, para além das praias fluviais deste concelho banhado pelo Rio Tejo.

No BONS SONS, viver a aldeia é também viver a região.

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Vincent Glowinski leva “Human Brush hoje a Abrantes. Imperdível

O palco está montado e salta à vista a enorme tela e palco no qual Vincent Glowinski promete uma atuação memorável. São os Caminhos da Água, de 13 a 16 de julho, em sete concelhos do Médio Tejo

Capa Human Brush

O conceituado artista belga traz à região o seu espetáculo Human Brush. Em palco, Vincent move-se e os seus movimentos criam todo o tipo de figuras numa tela gigante. A camera que o observa mapeia os seus movimentos e recria-os na tela. Em Abrantes, dia 13, quinta feira, pelas 22h00, na Praça José Raimundo Soares e em Montalvo (Constância) na Quinta D. Maria no dia 15 de julho, sábado pelas 22h00, Human Brush deixará a sua marca num espetáculo único que cria uma atmosfera densa mas libertadora.

capicua

Mas pelas ruas, praças, praias fluviais, grutas entre muitos outros locais, passarão muitos outros artistas. Na música as propostas são Capicua e Pedro Geraldes com o Projeto “Mão Verde” Birds Are Indie, Lavoisier, Batida, Contatinas e Drama e Beiço.

Erva Daninha traz novo circo, Lama leva o teatro de local em local, desde praias a praças, passando por zonas verdes e nascentes com “Carripana”, a companhia Radar 360 regressa com o Baile dos Candeeiros e o Teatro de Ferro apresenta “Olo, um solo sem S” em Abrantes. O Teatro do Frio realiza “Concerto para Estrelas” em Constância e Vila de Rei.

batida

O conceito do Caminhos também é o de dar oportunidade ao visitante de fazer o seu próprio roteiro, escolhendo locais e espetáculos tendo em conta o mesmo.

Em Outubro, o Caminhos regressa com a Pedra. O projeto da CIMT é co-financiado pela União Europeia no âmbito do programa de apoio Portugal 2020. A CIMT é composta pelos municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Mação, Sardoal, Vila de Rei, Vila Nova da Barquinha, Ferreira do Zêzere, Sertã, Torres Novas, Ourém, Tomar e Entroncamento.

Todo o programa em http://caminhos.mediotejo.pt/

baile dos candeerios

Médio Tejo: Caminhos do Ferro como primeiro passo

Ricardo Ribeiro, Aldara Bizarro, Galandum Galundaina, Teatro do Ferro, Baile dos Candeeiros, O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela), Erva Daninha, Marina Palácio, Yola Pinto, Violant, Paulo Carmona, Sopa Nuvem, são apenas alguns dos espetáculos e artistas que de 11 a 16 de abril estarão em exibição nos Caminhos do Ferro, iniciativa da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIM Médio Tejo) e os seus treze municípios.

Ricardo Ribeiro

A CIM Médio Tejo criou, no final de 2016, o Comissariado Cultural do Médio Tejo (CC) tendo por objetivo estruturar o tecido cultural da região e lançar-lhe o desafio de aumentar a sua escala de acção, trabalhando em rede entre municípios.

O projeto Caminhos, fruto do trabalho desenvolvido pela CIM Médio Tejo, CC e Municípios, baseia-se em três anos de programação (2017, 18 e 19). Em cada um destes anos haverá três momentos de programação. O Caminhos subdivide-se em três momentos anuais: os Caminhos do Ferro, nos próximos dias 11 a 16 de abril, da Água (Julho) e da Pedra (Outubro).

Cada um destes caminhos, dentro do Caminhos, tem uma temática artística: em Abril a Dança, em Julho a Música e em Outubro o Teatro. Os caminhos dentro do Caminhos são definidos pelas vias de comunicação, no caso do Ferro as linhas ferroviárias, da Água os rios, da Pedra as auto-estradas e vias rápidas.

Co-finaciado pela União Europeia, Portugal 2020 e Centro 2020, o Caminhos tem o mote “Médio Tejo, uma região a caminho”. Esta ambivalência esteve e está presente em toda a estruturação do projecto. Não só  “a região administrativa Médio Tejo, recente e desprovida de identidade que só o tempo pode oferecer, carece de uma afirmação junto dos cidadãos e cidadãs, como a região, geográfica e turisticamente está a caminho. Nenhuma região está tão próxima de todo o país como o Médio Tejo”, “estamos a caminho, atravessam-nos viagens, tocam-nos cruzamentos. Como nenhuma outra”, afirmou um dos comissários, Ricardo Alves.

yola pinto

Luís Ferreira, outros dos comissários do projeto, disse que o projeto “é complexo” tendo destacado a “novidade” de uma “programação cultural em rede” nos 13 municípios que integram a CIMT e o objetivo de “implementar uma oferta cultural que possa igualar a excelência do património material e imaterial existente” na região do Médio Tejo, no distrito de Santarém.

A rede ‘Caminhos’ “integra três roteiros de formação e animação cultural associados a elementos que unem a região internamente e fortalecem a sua ligação ao mundo”, destacou o comissário cultural, “serão três grandes caminhos, três ciclos de programação em cada ano, que se desenham sobre três vias de acesso que afirmam o Médio Tejo, não apenas como lugar de enorme valor patrimonial, mas como património acessível para ser vivido”, sublinhou Ferreira, tendo feito notar que “o turismo é uma das áreas em que a CIM do Médio Tejo aposta para o desenvolvimento da região, pretendo potenciar novos contactos e promover os seus destinos”.

O projeto, orçado em “algumas centenas de milhares de euros” para os três anos de duração, visa “deixar lastro junto das comunidades para que estas possam ficar mais apetrechadas e capacitadas para as práticas culturais no futuro”, através de interação entre artistas e populações, e “com espetáculos a decorrer em fins de semana alargados, junto de locais de referência patrimonial, e em outros menos óbvios, como seja em grutas, barcos, castelos, ruas, praias fluviais, comboios”, entre outros.

Maria do Céu Albuquerque, presidente do Conselho da Cim Médio Tejo, destacou na apresentação do projeto na Bolsa de Turismo de Lisboa, a aposta na promoção turística da região centrada em três momentos ao longo do ano, que incluem residências artísticas, workshops e espetáculos, “envolvendo as populações locais, artistas com ligação à região, nacionais e estrangeiros, destacando ainda o papel deste projeto “ambicioso” que contribui para a “afirmação turística” da região ao fazê-la caminhar com um ritmo único, assente nas suas “especificidades”.

Património é palco

Cinco artistas trabalham há já um mês em cada um dos municípios dos Caminhos do Ferro. Violant em Tomar, Marina Palácio em Vila Nova da Barquinha, Yola Pinto em Abrantes, Paulo Carmona em Mação e o Teatro do Ferro no Entroncamento. Cada um destes artistas criaram um percurso artístico nos concelhos em que se debruçaram. O percurso artístico trabalha identidades concelhias, através de residências artísticas. Yola Pinto, por exemplo, encantou-se pela história industrial de Tramagal, concelho de Abrantes. Com hora marcada, durante os dias de programação, o percurso estará disponível (ver programa) para os visitantes que poderão realizá-lo de forma orientada.

Baile dos candeeiros

Marina Palácio, em Vila Nova da Barquinha, propõe “O Espantoso caminho das Árvores-biblioteca”, um percurso artístico para descobrir com a artista, que tem ponto de partidas nas árvores e ponto de chegada nos laços afetivos geracionais, sem esquecer as raízes que dão força à identidade local e à memória das gentes.

A escrita criativa (poesia) e a ilustração partilham-se em cada ramo deste percurso inspirado não só nas folhas das florestas, quintais e jardins, mas também nas folhas dos livros. Elementos simples que merecem uma paragem na correria do quotidiano para saborear o momento, descobrir a beleza e respeitar o meio envolvente.

A artista trabalhou com seniores e crianças do concelho para desenterrar emoções, memórias e criatividade.

Violant, criador de arte urbana, respirou e sentiu o ritmo de Tomar e criará dois murais gigantes que poderão ser visitados durante a semana de programação e que ficarão. O mesmo acontece com todos os outros percursos. A continuidade dos percursos fica assegurada com a formação de mediadores locais, dois de cada concelho, que ficam capacitados para orientar visitas no futuro.

A valorização patrimonial está  no centro da programação com cada um dos monumentos, edifícios, locais de interesse nacional ou regional a comunicar o “vizinho”. A vertente turística está assegurada. O património, os centros históricos serão cenário para espectáculos multidisciplinares. A ideia de caminho está subjacente a toda a programação, o movimento, a ligação, o percurso.

O Castelo de Almourol servirá de cenário para o Baile dos Candeeiros, da companhia Radar 360, em que bailarinos e bailarinas dançam com candeeiros iluminados e coloridos nas suas cabeças. O espetáculo repete-se na Praça Salgueiro Maia, no Entroncamento.

Deixar Lastro

Uma outra vertente, nunca menos importante, prende-se com a capacitação do tecido regional, das pessoas que habitam no e vivem o Médio Tejo. Assim, a rede funcionará numa lógica de comunhão intermunicipal de intervenientes. Os percursos são base fundamental do processo do Caminhos com artistas a interagir com as comunidades locais. Exemplo desta lógica são as intervenções de Aldara Bizarro já em abril. A renomada coreógrafa vai trabalhar com bailarinos e bailarinas amadores, sejam de ranchos folclóricos, danças de salão, entre outros, de cada um dos concelhos intervenientes dos Caminhos do Ferro. Aldara Bizarro propõe o projecto “Andar” que reunirá 10 participantes de cada um dos concelhos dos Caminhos do Ferro (Abrantes, Entroncamento, Mação, Vila Nova da Barquinha e Tomar). No total, 50 participantes ensaiarão o espectáculo de dança e exibirão em Abril. O espectáculo será depois reposto em Julho, nos Caminhos da Água.

Aldara

O Projeto Caminhos é um caminho a ser percorrido por todos, população local, turistas, municípios, e CIM Médio Tejo. Não é um festival, não é uma mostra, é um projeto para uma região, um projeto cultural e artístico que deseja deixar lastro.

O Comissariado Cultural da CIM Médio Tejo é composto por Luís Ferreira (Diretor do Festival Bons Sons e do 23 Milhas de Ílhavo), Elisabete Paiva (Diretora do Festival Materiais Diversos) e Ricardo Alves (Diretor do Jornal NA). A CIM Médio Tejo é composta por Abrantes, Alcanena, Constância, Mação, Vila Nova da Barquinha, Entroncamento, Ourém, Tomar, Ferreira do Zêzere, Vila de Rei, Sertã, Sardoal e Torres Novas.

 

 

Nova rota cultural Caminhos une 13 concelhos do Médio Tejo

Apresentação do projecto na BTL

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A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo vai apresentar o projeto Caminhos durante a BTL 2017 – Bolsa de Turismo de Lisboa, no dia 15 de março. O primeiro passo da nova rede de itinerância que vai ligar pessoas, cultura e património dos treze concelhos do Médio Tejo é dado às 16h30 na Feira Internacional de Lisboa, Parque das Nações (pavilhão 1, stand A01).

A rede Caminhos integra três roteiros de formação e animação cultural associados a elementos que unem a região internamente e fortalecem a sua ligação ao mundo: as linhas férreas, o leito dos rios e as estradas. A dança dará movimento ao caminho do Ferro entre 11 e 16 de abril, a música navegará no da Água entre 11 e 16 de julho e o teatro explorará o da Pedra entre 10 a 15 de outubro. Esta iniciativa intermunicipal comissariada por Elisabete Paiva, Luís Ferreira e Ricardo Alves promove o encontro de grupos culturais locais com criativos regionais e nacionais em projetos comunitários. A convergência da arte com os monumentos e espaços culturais nos percursos delineados e do público com artistas nacionais e internacionais nos espetáculos.
Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha são os treze concelhos onde estes Caminhos se querem percorridos com o ritmo próprio do Médio Tejo. Uma região com o compasso ideal para apreciar a viagem e a companhia, seja no dia-a-dia ou numa visita.Médio Tejo – Uma região a caminho

TOMAR: Cem Soldos recebeu 32 mil festivaleiros para soprar as suas dez velas

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Ponto prévio. Esta é uma crónica pessoal, ao mesmo tempo que directiva jornalística. Sou um “paciente” disciplinado do Festival Bons Sons e este ano, mais uma vez, “percorri” uns temíveis 17 quilómetros para ir ver e ouvir o que de melhor se faz na música portuguesa actualmente. Fui eu, a minha família e meia dúzia de amigos que não são de “cá”. Outros que o são.
E nós, amálgama disforme de percursos a que “apenas” a amizade une, nos reunimos em Cem Soldos para nos extasiarmos com Sensible Soccers, D’Alva, Isaura, Keep Razors Sharp, Best Youth, Lodo e dezenas de outros. Nesses 17 quilómetros encontrámos três festas populares nas aldeias vizinhas de Tomar. Se alargarmos o espectro ao Médio Tejo, com certeza que entre dia 12 e 15 de agosto as celebrações populares se espreguiçavam para as dezenas. Nada contra, claro.

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No entanto, as três celebrações que vimos podiam bem ser apenas um balcão corrido no exterior e folhas de eucalipto a aromatizar e dar sombra ao espaço que recebe grupos que, quais sonâmbulos, se arrastam pelo território, de eucalipto em eucalipto. No fundo, uma extensão veraneante dos balcões interiores das sociedades e associações que ao longo do ano protegem os mais incautos da falta de abrigo emocional e, em alguns casos, físico. Vazias, acrescento.

Foi uma grande festa (o Bons Sons). Mas uma que semeia, não é estanque. Quando uma aldeia nos permite absorver, sentir, ouvir, experienciar, dançar o que de melhor se faz a nível nacional, sem couves, sem ovelhas, sem supermercados a emocionar as nossas carteiras, é caso para parar e limpar as narinas das cinzas. As crianças ouvem música de qualidade, vêem exposições, design, ecologia, e quando estão cansados de nós pedem para ir para o espaço criança. Aí são desafiados e não se sentem num qualquer depósito de embirrações. As filhas e filhos saem de lá com inúmeras peças de “arte” que exibem orgulhosamente aos pais e amigos que os vão receber após o final do seu mini estágio. Fazem amigos de todo o país, de toda a europa. Um dia farão amigos de todo o mundo, espero.

Entretanto há todo um outro mundo lá fora. Que é como quem diz lá dentro. A aldeia de Cem Soldos fecha-se. Lá dentro há um mundo que pacificamente nos recebe. Há solidariedade, há discussões sorridentes, há música incrível, há espaços para todos e todas, sem discriminação. Perder uma amostra do Bons Sons, que desde 2015 é anual, é perder uma oportunidade de crescer. Acima de tudo para os que continuam a preferir o cheiro do eucalipto e dos balcões corridos. Nada contra, claro, mas há que ter a coragem (?) de romper com velhos hábitos e limpar as cinzas das narinas. Cem Soldos é no Ribatejo, no Médio Tejo, no concelho de Tomar, no interior de cada um de nós.

Texto e fotos: R. Alves

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Festival BONS SONS’16: Ainda há bilhetes a preço reduzido para um dos melhores festivais de Portugal

O Festival Bons Sons realiza-se de 12 a 15 Agosto e os passes para os quatro dias a apenas 25 euros ainda se encontram disponíveis mas por pouco tempo, apenas até ao final de Abril. A edição de 2016 do Bons Sons, cujo epicentro é na aldeia de Cem Soldos, Tomar, promete ser uma das mais concorridas de sempre. Em 2015 mais de 40 mil pessoas viveram a aldeia.

A caneca de alumínio do BONS SONS estará incluída nos preços de MAIO/JUNHO (32€) e JULHO/AGOSTO (38€). “Um contributo para reduzir a produção de resíduos e fortalecer a consciência ecológica do festival.”

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Região: A23 com valores reduzidos em portagens a partir do verão

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O Governo assegurou nesta terça-feira que a redução do valor das portagens no Interior vai concretizar-se no Verão. Segundo avança esta manhã o jornal “Público”, numa audição no Parlamento, o ministro do Planeamento e das Infra-Estruturas garantiu que a decisão aguarda apenas pela renegociação com a concessionária da A23.

“Estamos em condições de avançar” com a redução, começou por afirmar Pedro Marques no Parlamento. O governante explicou que há um caso em particular, o da A23, em que ainda será necessário reajustar o actual modelo de PPP, que depois das alterações negociadas pelo anterior executivo, transferiu as receitas de portagem para o concessionário privado.

“Temos agora de iniciar a renegociação, o que acontecerá a partir do mês de Maio”, referiu o ministro. Uma vez concluído este processo, que Pedro Marques admitiu ter “custos associados”, o Governo avançará com a revisão dos preços das portagens no Interior. A intenção é “durante o Verão concretizar a redução, favorecendo a mobilidade no Interior”, especificou.