Literatura: Pelo peito de Telmo Mendes adentro

Telmo Mendes, escritor de Constância, estreia-se com o livro “Pelo Peito Adentro”, editado pela Chiado Editora

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A sessão de apresentação ocorreu no dia 6 de Dezembro em Lisboa, no Forum Tivoli, no novíssimo Clube Literário da Chiado. A oradora convidada foi a jornalista da SIC Joana Latino, a quem foi apresentado o desafio de ler e avaliar. Joana Latino mostrou-se “literalmente apaixonada pelo livro e fez questão de ser a “madrinha”” da primeira obra de Telmo Mendes.

Ao NA, o escritor contou que o gosto pela escrita chegou cedo, pela “composição frásica, pela busca de palavras e descortinar de emoções” e que aos 13 anos, lhe ofereceram uma guitarra e a sua vida mudou. “Foi uma porta para a criatividade que de outra forma não se teria revelado tão cedo. A música surge na minha vida como uma ponte para a escrita.”

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Como surgiu o teu gosto pela escrita?

Comecei cedo a interessar-me pela composição frásica, pela busca de palavras e descortinar de emoções. Aos treze anos, deram-me uma guitarra e a minha vida mudou! Foi uma porta para a criatividade que de outra forma não se teria revelado tão cedo. A música surge na minha vida como uma ponte para a escrita.

Há quanto tempo trabalhavas no livro?

Costumo dizer que, este livro começou na primeira viagem que fiz.Um livro, começa sempre e primeiro por nós. Senti cedo a inquietação de o escrever, mas também, a lucidez de esperar pelo momento. Era necessário conhecer mundo e gente. A experiência de viver, observar, viajar e sentir. Foi sempre um objectivo presente mas consciente de que tinha de fazer um caminho.

Em Janeiro deste ano, decido criar a página “Pelo Peito Adentro”, colocando pequenos textos que serviram de laboratório para o livro. Três meses depois começaram a surgir propostas de algumas Editoras e o livro surge como algo inevitável. Na minha perspectiva, julgava que apenas aconteceria em dois ou três anos…foram três meses.

O que significa para ti esta obra?

Este livro é o resultado de um percurso. É a minha primeira obra e, não o faria se fosse apenas para ser mais um livro morninho ou para me conformar como um autor de prateleira. Foi pensado para trazer algo refrescante ao que se encontra no panorama literário português! A literatura afasta-se das pessoas muito por culpa do padrão formatado que possui! Esta obra transporta janelas que cada um poderá abrir e avistar novos horizontes.

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O que pode o leitor esperar ao ler o teu livro?

“Pelo peito adentro”, mais do que o título do livro, é um compromisso!Associa textos em prosa com fotografia. A imagem e a palavra estão presentes em perfeita harmonia num livro cheio de sensações. Não é apenas um livro… é uma viagem para um mundo novo. Um livro que, em cada virar de página, nos leva para um lugar diferente. Não esperem uma escrita empoeirada nem folhas amarelas.

“Pelo peito adentro”, mais do que o título do livro, é um compromisso!Associa textos em prosa com fotografia. A imagem e a palavra estão presentes em perfeita harmonia num livro cheio de sensações.

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É uma obra muito pessoal?

Sem dúvida. É uma obra com uma carga muito biográfica.Existe muito da minha pele nos textos e fotografias. É uma obra pessoal mas ao mesmo tempo partilhada. O Carlos Mateus de Lima, génio de todos os créditos fotográficos do livro foi uma peça crucial nesta obra. No próprio clima do livro.

Tive a sorte de ter como coordenadora editorial da Chiado, uma pessoa que acreditou neste novo conceito e me deu total liberdade para a sua elaboração. Por vezes, quando o autor entrega a sua obra a uma Editora, esta quase deixa de lhe pertencer. O design da capa, composição gráfica… no meu caso não! Tive participação e liberdade total em todo o processo. Aliás, para resultar só poderia ser assim e a Chiado deu-me essas garantias.”

O livro vai chegar gradualmente às livrarias e pode ser adquirido de forma mais directa através da editora, pelo email telmomendes.pelopeitoadentro@gmail.com, ou na sua página de facebook em http://www.facebook.com/pelopeitoadentro.

Texto: Ricardo Alves

 

 

Portugal 2020: Sessão de divulgação sobre fundos comunitários em Constância

Na próxima terça-feira, 15 de Dezembro, às 14h30, vai decorrer em Constância uma sessão de esclarecimento sobre os Incentivos para as empresas no âmbito dos fundos comunitários – Portugal 2020, a qual terá lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Organizada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e pela Câmara Municipal de Constância, a iniciativa destina-se a todo o tecido empresarial/comercial do concelho e ao público com perspectivas de empreendedorismo.

A sessão será dinamizada pela Prof. Doutora Ana Abrunhosa, Presidente da Comissão e Coordenação Regional do Centro e pela sua equipa técnica.

A participação na sessão é gratuita, e implica inscrição, a qual deverá ser efectuada através do endereço de correio electrónico
gabinete.presidencia@cm-constancia.pt, ou do contacto telefónico 240 730 051.

VN Barquinha: A música ao alcance de todos no CIR-ExTuna

O Clube Instrução de Recreios de Moita do Norte, em Vila Nova da Barquinha, oferece uma grande variedade de aulas e formação musicais, para todas as idades. As formações disponibilizadas são Guitarra Eléctrica e Guitarra Clássica– iniciação e nível avançado (com Prof. Jorge Esperança), Bateria – iniciação e nível avançado (com Prof. Zé Maia), Saxofone- alto, tenor e barítono (com Prof. Pedro Borga) e Formação Musical (com Prof. Jorge Esperança e Pedro Borga).

Os horários podem ser articulados às necessidades de cada um e possibilidades dos professores e as informações podem ser obtidas através do telefone 918297233 ou através do email cir-extuna@gmail.com.

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VN Barquinha: Antiga Fábrica de Cerâmica reconvertida

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Parte dos terrenos da antiga Fábrica de Cerâmica em Moita do Norte, Vila Nova da Barquinha, está em processo de demolição para dar lugar a uma área residencial. Os terrenos que se desenham desde a rua da Fonte até à abandonada fábrica de Telhas vão ser requalificados mas manterão aspectos patrimoniais como os fornos e a chaminé. Esta última é um marco muito presente nos habitantes de Moita do Norte e Vila Nova da Barquinha, sendo ainda hoje casa de cegonhas que ali passam longas temporadas. Segundo o NA apurou, a permanência dos fornos e da chaminé faz parte do objectivo de integrar a zona habitacional dotando-a de maior simbolismo.