Jorge Rodrigues: “Temos projectos financiados há vinte anos e que foram a oportunidade de uma vida”

O coordenador da ADIRN – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte – antecipa o Portugal 2020, próximo quadro comunitário de apoio, e deixa pistas sobre o que pensa serem as áreas com previsivel maior sucesso na região. Vila Nova da Barquinha foi um dos concelhos mais beneficiados pelo quadro comunitário que agora vai acabar ao triplicar as camas turísticas, entre outros investimentos. No último quadro, a ADIRN viu serem aprovados cerca de 20 Milhões de euros com 11 Milhões de comparticipação pública, financiando 135 projectos

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Entre os projectos aprovados no quadro que agora vai acabar há um concelho que se destaca pela sua dimensão e paralelos investimentos, Vila Nova da Barquinha (VNB).
VNB teve muitos projectos aprovados, tínhamos seis concelhos neste quadro e VNB foi um dos que teve uma dotação maior em termos de financiamento, cerca de 2.5 Milhões de euros em despesa pública.
Na sua opinião porque tal aconteceu, nomeadamente tendo em conta a dimensão de outros concelhos?
A Barquinha é um concelho que tinha muitas coisas para fazer de acordo com a nossa estratégia, muito direccionada para o turismo cultural associada aos templários e turismo de aventura associado ao rio Tejo. Houve muitos promotores que se entusiasmaram por essa dinâmica. No entanto, o trabalho da câmara também foi muito interessante: disponibilizou os apoios possíveis, um gabinete de apoio do próprio município para dinamizar as candidaturas, divulgação dos apoios, foi um trabalho muito intenso. Durante este quadro tivemos o chamado “Um Dia na Freguesia” e visitámos a maioria das freguesias da zona de intervenção, e no concelho de VNB, também por ser um concelho pequeno, fomos a todas as freguesias. Esta aproximação com as populações motiva a abertura das candidaturas e a adesão dos promotores. Também já tínhamos lá exemplo de coisas que tinham corrido bem, como por exemplo o caso da Atalaia com a Casa do Patriarca, e ao verem que as coisas são acessíveis e fáceis, as pessoas motivam-se mais facilmente para apresentar candidaturas, acho que foi essa a razão.
Em contraciclo, tomar não tem um grande volume, como seria expectável, porquê?
tomarficou um pouco para trás. Por um lado as freguesias urbanas não foram consideradas, onde poderia haver um maior dinamismo de investimento, e por outro lado nas freguesias rurais, de facto, não constatámos uma dinâmica tão grande, apesar de estarmos sediados em Tomar, e de as pessoas terem aqui acesso à informação. De facto, não houve essa capacidade de aproveitar os fundos. Em alguns projectos que foram aprovados até houve desistências. Estou a lembrar-me de um projecto próximo da Ilha do Lombo que não conseguiu efectuar o projecto por dificuldade de licenciamento e do ordenamento da albufeira de Castelo do Bode. Outro na zona industrial que não levou o projecto para a frente… Creio que Tomar foi o concelho com menos investimento do Subprograma 3 do PRODER deste último quadro de apoio.
Apesar de ainda não se saber muito sobre o Portugal 2020, em que áreas aconselhava as pessoas a investir?
Nós vamos gerir a chamada DLBC, Desenvolvimento de Base Comunitária, que já vem muito formatada a nível central. Vamos poder dar apoio a pequenos investimentos na exploração agrícola, até 25 mil euros, e creio que a agricultura continua a ser uma linha interessante. É necessária a organização dos produtores e de acesso aos mercados e de ganhar uma escala para a internacionalização, mas penso que é uma boa aposta. Vamos poder financiar investimentos na transformação dos produtos agro-alimentares até 200 mil euros, e aí também acho que há muito caminho para fazer. Esta zona tem tradição nos enchidos, queijos e produtos que aos poucos se foram perdendo. Poucas são as unidades que o estão a fazer neste momento. Creio que pode haver uma retoma nesse caminho, podemos ganhar uma escala não só em quantidade mas em qualidade, para tentar chegar a mercados externos. Vamos ter um apoio muito forte para microempresas, infelizmente limitados a 100 mil euros por projecto, acima desse valor há outras linhas de apoio. Dá para pequenos apoios em todas as áreas – não creio que haverá limitações de áreas de actividade – a regulamentação ainda não é conhecida mas penso que poderemos dar estes apoios às pequenas empresas, reforçar o tecido económico do nosso território, e é um espaço muito interessante para pequenos complementos. Talvez com 100 mil euros não se faça um negócio de raiz mas como complemento para empresas existentes pode ser bastante interessante. Apesar de tudo, estamos a tentar junto da federação que se acumule o incentivo do apoio ao projecto de micro empresa com o incentivo à criação de postos de trabalho e do próprio posto de trabalho. Se tal acontecer pode levar ao aparecimento de novas actividades. Nós vamos apostar muito no turismo cultural, na interpretação do património templário, e não só. Temos uma zona muito rica mas achamos que a bandeira principal pode ser esta marca dos templários e o restante vem por arrasto. O nosso território só é conhecido por dois factores fortes: Fátima e os Templários. Fátima já está a ser muito bem tratada. Atrás disto vem o alojamento, a restauração, a animação turística, interpretação cultural, tudo pequenas empresas que podem ser aprovadas neste quadro. Vamos ter também a linha da animação, do turismo e dos eventos, e queremos continuar a fazer coisas dependendo da dotação orçamental que vamos ter. Estas serão as áreas mais disponíveis para o próximo quadro, ainda com muito pouca informação.
E VNB, tendo uma aposta cultural tão forte, pode vir a beneficiar dessas linhas de que falou?
Sim, a Barquinha enquadra-se perfeitamente na nossa estratégia. Mais uma vez, é um concelho com um potencial grande para este tipo de investimentos e certamente vão ter. Alias, já temos uma colecção de intenções de candidatura e algumas vão concretizar-se, nomeadamente nestas áreas que referi.
Na vila ou em todo o concelho?
Em todo o concelho, apesar de ser evidente que a vila sede de concelho tem uma dinâmica muito interessante neste momento e os investimentos atraem os outros. Criámos com os nossos apoios, em VNB, uma capacidade de alojamento muito interessante. Triplicou ou mais. Acho que esse alojamento vai necessitar de dinamização, por um lado, mas vai criar oportunidades nas outras áreas, nomeadamente na animação turística e restauração como complementos para as pessoas que lá vão ficar, porque forçosamente as unidades vão ter que ter clientes.
Essa promoção dos Templários vai ter mais um marco com a Festa Templária.
A Festa Templária é uma organização que a ADIRN começou há três anos em parceria com o Instituto Politécnico de Tomar, com o Convento de Cristo e com o Município de Tomar. São quatro dias de festa, de 27 a 31 de Maio, um momento alto que é o cortejo nocturno com 300 figurantes vindos das freguesias, com os cavaleiros que são organizados pelo cavaleiro Rui Salvador, vamos ter os homens de armas da nossa Escola de Artes Medievais, e muitas personagens. Vamos ter um jantar real e um jantar templário, a feira no centro histórico da cidade, as tasquinhas do Mouchão, vai ser animação contínua. E temos um projecto de generalizar este conceito a outras terras templárias que o queiram, como por exemplo a questão de Barquinha e do Almourol. Será interessante ainda este ano fazer uma primeira experiência de um acampamento templário no castelo. Já desafiámos a câmara e penso que ainda o teremos este ano.

“Vamos apostar muito no turismo cultural, na interpretação do património templário, e não só. Temos uma zona muito rica, mas achamos que a bandeira principal pode ser esta marca dos Templários e o restante vem por arrasto.„

Quais são as perguntas mais frequentes que recebem tendo em conta os financiamentos?
Obviamente que as pessoas perguntam primeiro o que pode ser financiado, quando a lógica devia ser ao contrário. Eu tenho um projecto e quero ver se pode ser financiado. Fazer projectos só pelo financiamento é claramente um erro, e que se pode pagar caro. Mas considerando que a pessoa tem uma ideia de projecto, quer avançar, tem um estudo bem feito e um mercado definido então procura o financiamento e sua percentagem. No nosso caso, vamos continuar a financiar a fundo perdido, que quer dizer que a pessoa depois de executar o projecto pode ter o financiamento base, pode ter a majoração por postos de trabalho que criar, e se cumprir essas condições nunca terá de devolver o dinheiro. Desde que atinja os objectivos do projecto e cumpra o que está no contrato. No caso dos outros fundos, projectos acima de 100 mil euros, eventualmente os subsídios serão reembolsáveis mas esses já não passam por nós. E mesmo nesses subsídios reembolsáveis, no caso de as empresas candidatas atingirem o objectivo pretendido ou superarem, podem ter uma parte a fundo perdido. No nosso caso, DLBC, tratamos apenas de fundo perdido, portanto, o dinheiro é entregue às pessoas como reembolso do investimento e não têm de o devolver.

“Fazer projectos só pelo financiamento é claramente um erro, e que se pode pagar caro. Mas considerando que a pessoa tem uma ideia de projecto, quer avançar, tem um estudo bem feito e um mercado definido então procura o financiamento
e sua percentagem.„

Que acompanhamento faz a ADIRN, implica que custos?
A ADIRN não cobra nem pode cobrar nada pelo acompanhamento que faz do projecto. Somos financiados pela União Europeia para garantir a gestão local destes programas. No entanto, também não podemos fazer a elaboração das candidaturas uma vez que as vamos avaliar, é em regime de concurso público. Como tal, os promotores normalmente acabam por se socorrer de empresas de consultadoria, essas sim cobram os seus honorários para fazer as candidaturas, mas podem fazê-lo pelos próprios meios. Depois fazemos o acompanhamento na fase de aprovação de candidatura e depois na fase dos pedidos de pagamento, sendo que no mínimo se fazem duas visitas ao longo de todo o projecto para verificação de que as condições estão a ser aplicadas mas não tem quaisquer custos para o promotor.
E as empresas de consultadoria?
Sim, as empresas de consultadoria aproveitam esta oportunidade, mas também são elegíveis no projecto. O valor que os promotores pagam aos consultores acaba por ser, também, despesa elegível no projecto. Mas eu penso que seria muito mais interessante que, para estes projectos em que há uma dimensão financeira tão pequena, houvesse uma simplificação de procedimento e que não fosse necessário gastar dinheiro ao promotor. Seria um bom exemplo de desburocratização e de tornar estes projectos acessíveis. No actual quadro, que agora termina, era tão complexo fazer um projecto de 300 mil euros como de 3 Milhões. Isso parece-me claramente um exagero. Fala-se muito em simplificar mas depois resume-se a um sistema informático, um portal muito bonito em que o promotor tem dificuldade de acesso e vai cair nas mãos dos consultores.
Estas estruturas de apoio, quadros comunitários, podem mudar a vida das pessoas, de que forma lhes fala nesta oportunidade?
Uma oportunidade única não será pois os quadros comunitários vão-se replicando, mas nós temos neste momento, projectos financiados há vinte anos que estão em funcionamento e que claramente foram a oportunidade de uma vida, mudou a vida das pessoas. Esses bons exemplos existem e muitas vezes, com a azáfama do dia-a-dia, não os promovemos como devíamos e eles merecem, mas existem muito boas experiências. Pode ser um caminho para os promotores perceberem o que os outros fizeram e o sucesso que aconteceu. Claro que também há casos que não correram tão bem e não os podemos esconder. Mas isso é o que vamos fazer em Maio e Junho, uma divulgação dos principais projectos em cada um dos concelhos, com uma sessão em cada concelho, com uma pequena informação dos montantes aprovados e uma visita a um ou dois projectos que sirvam de exemplo.

Texto&Foto: Ricardo Alves

VN Barquinha: Hipismo no Parque Ribeirinho

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A 4.ª prova da Rota do Tejo em hipismo vai realizar-se no dia 9 de Maio, amanhã, em Vila Nova da Barquinha. O local escolhido é o Parque Ribeirinho. Com início está agendado para as 9h00, com a prova de obstáculos e o evento encerra com uma garraiada, pelas 21h00, tudo com entrada gratuita. No local estarão disponíveis tasquinhas e animação.

A organização é do Clube Hípico “Margens do Tejo”, sediado em Moita do Norte, que vai participar com cerca de 30 alunos nesta prova que conta também com a participação de três alunos do Centro de Ensino e Recuperação do Entroncamento (CERE). A iniciativa conta com o apoio do Município de Vila Nova da Barquinha.

Abrantes: Uma cidade de mão dada com o digital e culturalmente viral

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Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câmara de Abrantes

O dia 6 de Maio de 2015 marca um momento importante para Abrantes e, derradeiramente, para a região. No novo “Welcome Center” da cidade, local de boas vindas para os visitantes, localizado na parte inferior do novo Mercado Diário, foram apresentados eventos e acontecimentos que paulatinamente vão mudando a cidade.

Por um lado, a apresentação da nova edição do “180 Creative Camp”, e que na sua terceira edição em Abrantes já é muito mais que um estranho, na dupla acepção da palavra. O evento, que em Julho volta a olhar a cidade e o concelho, e a intervir nele, está cada vez mais familiarizado com a identidade local mantendo a irreverência e criatividade que leva o nome de Abrantes pelos quatro cantos do mundo. “Quando o Nuno Alves (ndr: director do Canal 180, organizador do Creative Camp) veio ter comigo, há três anos, e se sentou à minha frente (…) apresentou-me esta proposta e o que tinham feito em Vila Nova da Cerveira (local da primeira edição do evento), e eu disse que lhe daria as melhores condições para se fazer em Abrantes mas que isto não era um almoço gratuito, isto não era para fazer uma vez em Abrantes para ganhar escala e depois ir para outra cidade qualquer, esta tem de ser uma referência para criar em Abrantes”, afirmou Maria do Céu Albuquerque, presidente do Município abrantino, no seu discurso.

“Tudo aquilo que mexe é controverso, tudo aquilo que vamos fazendo de diferente gera reacção, umas mais positivas outras mais negativas, mas o que aqui se pode verificar é que este não é um feito qualquer em que as pessoas vêm e vão embora, é um feito em que as pessoas vêm, deixam, criam, e enriquecem-nos sobremaneira”, finalizou a autarca sobre o 180 Creative Camp.

Por outro lado, um desejo antigo da autarquia, ter uma agenda cultural a longo prazo, no caso até final de 2015, devendo passar a anual a partir de 2016. O vereador da cultura, Luís Dias, era um dos mais satisfeitos durante a apresentação da agenda, por Paulo Passos, designer da autarquia e igualmente quem desenhou graficamente a agenda, em folhas grandes e estreitas. Maria do Céu Albuquerque defendeu que a nova agenda “não é uma edição para pôr no lixo. Se cabe no bolso, no outro dia está no lixo, e a nossa tem este bom aspecto. Quando recebermos a agenda nas nossas casas aquilo que vai acontecer é que as pessoas vão ver, ficar despertas e guardar”.

Mas a agenda em papel é apenas uma das peças do puzzle da aposta forte na promoção da cultura e demais actividades. Abrantes é o primeiro dos 13 concelhos do Médio Tejo que tem disponível uma aplicação para smartphone com todos os roteiros e pontos de interesse do seu território. Em breve todos terão uma.

A criação desta aplicação, “Descubra Abrantes”, é da responsabilidade da empresa Gravity, “uma aplicação de natureza turística que contém toda a informação relevante para ajudar os seus visitantes a descobrir o que de melhor o Município de Abrantes tem para oferecer”, como Nuno Pereira, representante da empresa, apresentou a aplicação disponível para os smartphones com sistemas IOS, Android e Windows, já disponível nos locais de descarga.

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“Já não se pode utilizar a desculpa de que se esqueceu e não tinha visto´”, afirmou a presidente da autarquia sobre as informações das actividades no concelho, e contou que não vão ficar por aqui. “Este é um instrumento de partida, para podermos comunicar a todo o tempo, não só através da agenda electrónica agora disponibilizada mas também por distribuição de flyers, outdoors e outros suportes que estamos a estudar, mas também algo inovador no nosso concelho, que é podermos utilizar a factura da água para podermos fazer chegar de forma quase gratuita a informação, e cada pessoa, independentemente de estar nas Fontes, na Bemposta, nas Mouriscas ou em Abrantes, vai receber a mesma informação”.

Presente na apresentação, que lotou o pequeno auditório do Welcome Center, esteve Pedro machado, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal.

Texto e foto: Ricardo Alves

VN Barquinha: Alunos da Escola D. Maria II já fizeram o PET

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Na passada  quarta-feira, dia 6 de Maio, das 14h00 às 16h00, foi realizado o exame de inglês PET (Preliminary English Test) em todas as escolas portuguesas. Na escola D. Maria II, em Vila Nova da Barquinha, este foi realizado por duas turmas do 9.º ano de escolaridade e por alguns alunos de outros anos que se inscreveram para o mesmo.

O exame incluiu uma parte escrita (1h30), uma auditiva (30m) e uma oral (aproximadamente 15 minutos), a última já realizada no passado dia 22 de Abril. Devido à realização desta prova, as aulas de todas as turmas terminaram às 12h30 em ambos os dias.

Texto: Gonçalo Matos (aluno da Escola D. Maria II e “colaborador” do Jornal NA)

Foto: Pixabay

Centro Cultural Gil Vicente recebe Sardoal Jazz 2015

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O Centro Cultural Gil Vicente recebe, entre 8 e 10 de Maio, o Sardoal Jazz 2015, que trará ao Sardoal alguns dos grandes nomes da música jazz nos panoramas nacionais e internacionais.
Sardoal Jazz nasce da vontade do Município Sardoalense em contribuir para dar resposta a uma lacuna na programação musical da região em duas vertentes distintas. Por um lado, trazer à região espectáculos de música jazz de elevada qualidade para os amantes deste género musical e, por outro lado, a aposta na formação de públicos, apresentando concertos e grupos de um estilo musical diferente.

Desta forma, no dia 8 de Maio, pelas 21h30, sobe ao palco do Centro Cultural o grupo Sinfo Dixie, oriundo de Águeda e que, através de instrumentos como trompete, clarinete, trombone, tuba, banjo e outros de percussão, tocarão o melhor do jazz tradicional.

No Sábado, dia 9, também às 21h30, terá lugar a actuação do grupo Lokomotiv, um dos mais antigos e produtivos trios de jazz português reconhecido pela crítica internacional. Nascido em 1997, Lokomotiv já se apresentou em palcos um pouco por todo o mundo, sendo composto por músicos de elevada qualidade e com reconhecimento mundial, como Carlos Barreto, Mário Delgado e José Salgueiro.

A fechar o Sardoal Jazz 2015 estará no Domingo, dia 10, pelas 16 horas, Yuri Daniel Quartet, composto pelos notáveis músicos: Filipe Raposo, Johannes Krieger, Vicky Marques e Yuri Daniel. Refira-se que Yuri Daniel é um dos mais relevantes baixistas da nova geração do jazz, integrando várias bandas de prestígio, de entre as quais se destaca a do norueguês Jan Garbarek, uma das maiores referências do saxofone mundial.

Os bilhetes por espectáculo têm um valor de 3 euros, sendo que o passe para os três dias custa 6 euros, podendo ser adquiridos na bilheteira do Centro Cultural Gil Vicente entre as 16 e as 18 horas, aos Sábados e Domingos entre as 15 e as 18 horas ou 45 minutos antes do início dos espectáculos.

André Lopes

Teatro: Assembleia de Mulheres

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A sede do Clube de Instrução e Recreio ExTuna, em Moita do Norte, Vila Nova da Barquinha, vai ser o palco da peça de teatro Assembleia de Mulheres, de Aristófanes, com direcção de Ricardo Teixeira. A peça é levada a cena pelo Teatro da Meia Via no dia 23 de Maio pelas 21h30.

Aristófanes, comediógrafo grego que é considerado o mais brilhante autor de comédias da literatura grega, “satiriza um Estado imaginário administrado pelas mulheres, no qual tudo é de todos e as velhas têm prioridade para reclamar o amor dos jovens”.

RA