Festival Bons Sons já tem primeiras confirmações e aumenta para 55 o número de concertos

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Sérgio Godinho, JP Simões, Capicua,Gisela João, Memória de Peixe,Gaiteiros de Lisboa, Noiserv, BrassWiresOrchestra e Samuel Úria são os primeiros nomes avançados para a edição 2014 do Festival Bons Sons que acontece em Cem Soldos, Tomar, de 14 a 17 de Agosto.

Mas as novidades não ficam por aqui. Os 40 concertos prometidos pela organização passam agora para 55. Luís Ferreira, o director do Festival, já tinha avançado em entrevista ao Jornal NA que o programa estava “fantástico” e que a dificuldade era ter “apenas 40 bandas”.

Problema resolvido. Os primeiros nomes avançados confirmam a tese de Luís Ferreira, também cronista do NA, de que o programa está fantástico, e também que o Bons Sons manterá a posição de proa na divulgação da música portuguesa de qualidade.

Nos quatro dias do festival, de 14 a 17 Agosto, distribuídos pelos 8 palcos, juntam-se nos largos e ruas de Cem Soldos artistas consagrados com projectos emergentes, cruzam-se linguagens tradicionais e contemporâneas e celebram-se os BONS SONS. O Festival beneficia os mais rápidos com Passes de 4 Dias por apenas €20, disponíveis aos balcões da FNAC, Ticketline e CTT até ao final de Maio (limitado a 1.000 unidades).

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Os Clã rompem hoje o cerco em Abrantes

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Os Clã estão de volta aos discos e aos concertos, dois anos e meio após o lançamento de “Disco Voador”, pensado para um público infanto-juvenil. A banda de Manuela Azevedo e Helder Gonçalves regressa ao Cineteatro São Pedro, em Abrantes, no dia 28 de Março, hoje, às 21h30, onde serão ouvidas as músicas que fazem parte do novo disco – “Corrente”, editado no dia 24 de Março.

“Rompe o Cerco”, lançado ainda em 2013, e “A Paz Não Te Cai Bem”, o segundo single, já integram as playlist das rádios nacionais e são uma porta aberta para a nova sonoridade do grupo.

No sétimo disco da banda participam vários colaboradores como
Samuel Úria, Nuno Prata, Sérgio Godinho, Regina Guimarães e
Arnaldo Antunes. Os Clã estiveram no Cineteatro São Pedro há seis anos, aquando da apresentação do disco “Cintura”.

“Sexto Andar”, “Dançar na Corda Bamba”, “H2omem” e “Problema de Expressão” são alguns dos temas mais conhecidos do público e que farão parte do concerto em Abrantes.

Os bilhetes têm o preço de 10€ e estão à venda no Posto de
Turismo ou no Cineteatro São Pedro.

André Lopes

Entroncamento: Fim-de-semana de futebol antecipa grande festa dia 1 de Maio no Bonito

O padrinho do Torneio Tejo Cup 14 é João Vieira Pinto, ex-estrela dos relvados de Boavista, Benfica e Sporting, uma competição que tem a 1ª fase marcada para este fim-de-semana, dias 22 e 23, em Chamusca, Tomar, Fazendas de Almeirim e Santarém. A grande festa da final será no dia 1 de maio no Complexo Desportivo Municipal do Bonito, no Entroncamento.

No W Shopping em Santarém decorreu no passado dia 17 de Março a conferência de imprensa de apresentação do Torneio Tejo Cup 14, a qual contou com a presença do patrono da edição deste ano, o actualmente director da Federação Portuguesa de Futebol, João Vieira Pinto, Rui Manhoso, Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Francisco Jerónimo, Presidente da Associação de Futebol de Santarém, Pedro Ribeiro, Presidente da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo e Maria do Céu Albuquerque, Presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

Sublinhando a importância do evento, a conferência de imprensa contou igualmente com as presenças de António Quintela, administrador da empresa Agostinhos, patrocinador do Torneio, Rui Rosa, director-geral do W Shopping, Fernando Freire, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, José Alfredo Lopes, chefe de gabinete do Presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, António Torres e Miguel Pombeiro, administradores delegados da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo e do Médio Tejo, respectivamente, Agnelo Alexandre, delegado à Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol, para além de vários elementos da direcção da Associação de Futebol de Santarém.

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Torres Novas: Mercado do Peixe vai tornar-se cosmopolita

Mercado do Peixe, Torres Novas
Mercado do Peixe, Torres Novas

Está situado em pleno centro histórico de Torres Novas, paredes meias com a praça mais movimentada da cidade. O mercado do Peixe há muito se tornou uma espinha atravessada na garganta dos torrejanos e dos visitantes regulares da cidade. O edifício, inaugurado em 1885, recebeu algumas actividades ao longo do período de inactivação, tendo mesmo recebido alguns concertos mas de forma muito residual.

Na Europa, alguns antigos mercados foram remodelados, reconstruídos e adaptados a novas tendências, e servem de referência turística de grandes cidades bem como local de passagem quotidiano dos residentes. Veja-se a mero título de exemplo a vizinha Espanha e o caso do Mercado de San Miguel em Madrid, no qual se encontram produtos de qualidade (fruta, marisco, pastelaria, produtos de fumeiro, etc), forte presença de restauração e no qual são frequentes espectáculos, eventos literários entre outros, numa atmosfera moderna e cosmopolita rodeada de traços antigos e originais.

Mercado San Miguel, Madrid
Mercado San Miguel, Madrid

A Câmara Municipal de Torres Novas aprovou no dia 19 de março, em reunião de câmara extraordinária privada, a adjudicação da empreitada de remodelação do antigo Mercado do Peixe e do edifício do Paço ao consórcio Eco Edifica – Ambiente e Construções, SA e Secal – Engenharia e Construções, SA, pelo valor de 185 499€, acrescidos de IVA, e com um prazo de execução de 120 dias a partir da data de consignação da obra.

“Os trabalhos visão a conversão do antigo Mercado do Peixe em edifício de cariz polivalente nas áreas culturais e lazer e consistem, de forma sucinta, em substituir toda a cobertura existente, picagem de paredes e de pavimentos, execução de alvenarias, rebocos interiores e exteriores, pinturas, serralharias, revestimentos e equipamentos, aplicação de betão para pavimento, criação de rampa para acesso de pessoas com mobilidade reduzida e reestruturação das instalações sanitárias”, informa a autarquia em nota de imprensa

VN Barquinha: Conversas Arte e Imagem

O Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha vai receber, no dia 29 de Março, as Conversas Arte e Imagem, iniciativa promovida no âmbito das actividades do Centro de Estudos de Arte Contemporânea de Vila Nova da Barquinha, projecto conjunto do Município, Instituto Politécnico de Tomar e Fundação EDP, no contexto do Parque de Escultura Contemporânea Almourol.

Vão estar presentes alguns artistas como Rui Sanches (autor da exposição Bustos e Cabeças patente na Galeria do Parque), Ângela Ferreira (autora da escultura “Rega” que integra o Parque de Escultura Contemporânea de Almourol), Manuel Botelho e João Queiroz. A moderação das conversas estará a cargo do comissário João Pinharanda e de Gabriela Vaz Pinheiro. A entrada é livre.

Programa
Manhã
10h30 – Recepção no Centro Cultural da Barquinha
11h00 – Rui Sanches e João Queiroz – moderação João Pinharanda
13h00 – Interrupção para almoço livre
Tarde
15h00 – Ângela Ferreira e Manuel Botelho – moderação de Gabriela Vaz-Pinheiro
17h00 – Pausa para o café a ser servido na Galeria do Parque
17h15 – Visita guiada à exposição de Rui Sanches pelo artista e comissário João Pinharanda
17h45 – Visita ao Parque de Escultura Contemporânea

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VN Barquinha: Preparar o futuro agarrando-o já

ADIRN REUNIão

A ADIRN (Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte) vai realizar no dia 24 de Março, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, uma reunião temática sobre COLECTIVIDADES E CULTURA, com vista a preparar a Estratégia Local de Desenvolvimento 2014-2020 para o Ribatejo Norte.

A reunião é dirigida a Municípios, Juntas de Freguesia, Colectividades, Associações, Grupos de Teatro e outras entidades públicas e privadas.

Recorde-se que a ADIRN encerrou o anterior quadro comunitário com 135 projectos apoiados com 11 milhões de despesa pública e um total de 20 milhões de investimento que levaram à criação de 231 postos de trabalho.

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Municípios do Médio Tejo e CIMT entregaram hoje acção popular contra o Governo e o 1.º Ministro

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Em causa está a reforma do mapa judiciário e o diploma que procede à regulamentação da Lei da Organização do Sistema Judiciário e define o regime aplicável à organização e funcionamento dos tribunais judiciais.
A acção foi hoje (dia 17) entregue no Supremo Tribunal Administrativo em Lisboa, pelas 14h00 e é sustentada pelo “artigo 20º, nº1, da Constituição da República Portuguesa, que estabelece que “a todos é assegurado o acesso ao direito e aos tribunais, para defesa dos seus direitos e interesses legalmente protegidos, não podendo a justiça ser denegada por insuficiência de meios económicos”.
A acção popular foi aprovada na última reunião do Conselho Intermunicipal do Médio Tejo e subscrita por todos os municípios que fazem parte da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT). Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha e a CIMT dão assim uma prova der força e união na defesa das suas populações nomeadamente “o encerramento dos tribunais de Mação e Ferreira do Zêzere, a passagem do tribunal de Alcanena a secção de proximidade e o desmantelamento do actual círculo judicial de Abrantes”.
Para o Conselho Intermunicipal, presidido por Maria do Céu Albuquerque, líder na autarquia abrantina, estas alterações provocam “o grave esvaziamento de competências de âmbito criminal e civil em toda a região do Médio Tejo, pondo em causa o acesso à justiça por parte das nossas populações.”
A mesma presidente já referira, em entrevista ao Jornal NA, na edição de Fevereiro que um dos problemas que se impunham constantemente à CIMT, no seu papel de agente privilegiado de negociação e planeamento, era a falta de comunicação por parte do governo. “Há aqui uma questão de princípio, a esta altura o que mais nos aflige é a falta de respostas. A CIMT já pediu várias reuniões a vários governantes e até hoje estamos à espera. Já pedimos à Sra. Ministra da justiça reuniões para podermos discutir o modelo. Fizemos vários ofícios ao nível municipal e da Comunidade Intermunicipal manifestando a nossa opinião sobre a reforma que está em curso, mas até à data não houve sequer o acatamento da nossa opinião, nem sequer a possibilidade de podermos discutir abertamente com o ministério. Vemos com muita preocupação este afastamento e esta centralização das políticas do governo, pese embora tudo apontasse para que as comunidades ganhassem algumas competências.”
A acção popular foi hoje entregue pelos presidentes de câmara do Médio Tejo e contou com a presença de Miguel Pombeiro, secretário executivo da CIMT.

Ricardo Alves